Excelência e competitividade são marcas de Santa Catarina

Por Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina

Com indicadores sociais e econômicos que são referência nacional, Santa Catarina é o segundo estado mais competitivo no país, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados 2017. O estado venceu ainda o Prêmio Excelência em Competitividade na categoria Destaque Internacional, diante da forte presença no mercado externo. No ranking geral, SC tem melhorado a sua posição ano a ano. Em 2011, quando começou a ser medido o ranking, ocupou o 7º lugar; na sequência 6º (2012/2013), 5º (2014) e 3º (2015/2016). Neste ano, subiu uma posição e ultrapassou o Paraná, garantido o segundo lugar geral, atrás apenas de São Paulo.

Entre os diferentes pilares do estudo, Santa Catarina ficou em primeiro lugar em segurança pública e em sustentabilidade social. Destacou-se ainda com o terceiro lugar em indicadores como infraestrutura, educação, capital humano e inovação. E no pilar potencial de mercado, pulou da 19ª posição para o 10º lugar. Esse efeito comparativo ajuda a demonstrar que desenvolvimento não se dá apenas em um vetor, mas sim pela soma de múltiplas ações simultâneas e por isso todos os setores precisam estar articulados.

Boas políticas de segurança pública, com uso de inteligência, tecnologia e a recomposição do efetivo – em novembro mais 1,1 mil policiais entre civis e militares ingressaram na corporação – melhoram a confiança e a qualidade das ações, maximizando o bem-estar das pessoas. No quesito educação, outro item destacado foi o desempenho dos alunos da rede pública submetidos às provas do Enem e que revela a qualidade do ensino catarinense.

Importante destacar ainda que neste momento de retomada da economia registramos também excelente desempenho na geração de empregos. Em setembro, o estado teve saldo de 8.011 novas vagas de trabalho com carteira assinada. No Brasil, o saldo foi de 34.392 postos de trabalho. Para alcançar estes números, o Governo do Estado teve que tomar atitudes corajosas e uma delas foi a de não aumentar impostos. A inovação também está sendo fomentada com o repasse de R$ 15 milhões para o Sinapse da Inovação, para transformar boas ideias em empresas de sucesso. Outra aposta, o Juro Zero, completou seis anos com a marca de 70 mil operações de crédito. Mais do que uma política econômica, é uma política de desenvolvimento social, justamente neste momento em que as pessoas estão motivadas a empreender.

O emprego traz dignidade para o cidadão, oxigena a economia e o papel do Poder Público é criar as condições para que esse movimento aconteça. Temos que usar boa distribuição demográfica do nosso estado com inteligência, mobilizar os setores produtivos e trabalhar de forma integrada para construir o futuro, que já está logo ali.