Potencial de consumo do varejo de material de construção em 2017 é maior que o de 2016

Apesar das dificuldades impostas pelo cenário político e econômico, o varejo de material de construção deve fechar 2017 com números positivos. Será um crescimento tímido, conforme estimativa do IBOPE Inteligência, mas será maior que o de 2016. O crescimento deve ficar em torno de 2,3% em um mercado potencial de consumo de R$ 154,5 bilhões em vendas.

Este potencial de consumo refere-se apenas ao consumo domiciliar. Ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui compra de tintas e acessórios para pintura, material elétrico, material hidráulico, material básico, ferragens, madeiras, esquadrias, portas e batentes, pisos e revestimentos, metais para banheiro, luminárias e outros produtos para construção e reforma.

Para chegar ao número, o IBOPE Inteligência utilizou o Pyxis Web, ferramenta de dimensionamento de mercado. Pelo levantamento, o segmento da população que representa o maior volume de consumo e vendas para o setor é a classe B. De acordo com Pyxis Web, as famílias dessa classe serão responsáveis por 41% do faturamento do setor, o que representa R$ 64 bilhões.

No nível municipal, a maior parte do mercado varejista de material de construção está em São Paulo, com participação de 9% (R$ 13,4 bilhões), seguido por Rio de Janeiro (R$ 8,5 bilhões) e Brasília (R$ 3,7 bilhões).

Com informações do IBOPE Inteligência.


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