Empresa catarinense é a que mais cresce no setor de segurança brasileiro

Foto: Divulgação

Fornecedora de plataformas de monitoramento das empresas brasileiras de segurança, a Segware foi escolhida como uma das Pequenas e Médias empresas que mais crescem no país pelo ranking  da Deloitte em parceria com a revista Exame. A empresa é a que mais cresce no seu setor de atuação: segurança eletrônica. A pesquisa elencou as 100 organizações com crescimento mais expressivo no período entre 2015 e 2017; a Segware ficou em 28º na lista. A empresa liderada por Luiz Henrique Bonatti, que iniciou na instituição como estagiário, anunciou recentemente o investimento de US$ 15 milhões em um escritório nos Estados Unidos.

Luiz Henrique atribui essa conquista ao momento atual do mercado de segurança eletrônica — que faturou cerca de R$ 6 bilhões em 2017—, ao qualificado time da empresa e aos investidores que ajudaram a alavancar os negócios. “Um conjunto de fatores foi responsável pelo crescimento. Como toda empresa, dependemos do setor para traçar nossos planos, mas ajustamos as estratégias de acordo com os cenários locais e contamos com um background de qualidade para oferecer produtos de primeira linha”, explica o executivo.

O Sigma, principal software da empresa, gerencia mais de 80% dos ambientes monitorados por empresas de segurança no Brasil e está presente em países da América Latina  como, Uruguai, Peru, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, México e Honduras. A plataforma oferece diferentes soluções para as organizações e clientes finais. Com a abertura do recém anunciado novo escritório nos Estados Unidos, a empresa irá focar no aprimoramento da solução com adoção de internet das coisas e foco em smart homes. “O cliente das empresas americanas tem um outro perfil se comparado às brasileiras: ele prefere comodidade, valoriza a mobilidade e a interação das tecnologias de segurança com as residências. Nesse contexto, devemos ampliar nossa aposta em tendências como internet das coisas”, explica  Luiz Henrique.

Apesar dos resultados, crescer uma empresa implica em enfrentar desafios diários. Para Luiz, os principais impasses que travam o crescimento de uma empresa são não se adaptar ao mercado, não ouvir os clientes e não compartilhar conhecimento. “Acredito que uma empresa é fruto do ecossistema em que está inserida. É preciso estar atento a todos os agentes para fazer as decisões certas nas horas certas. Compartilhar experiências encurta o caminho das definições estratégicas”, destaca Luiz.

Com informações da Acate


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